Bourbon Prá Dois


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23.6.06

Esclarecimentos

Ok, minha gente. Meu PC pifou, entre essas e outras taí a razão do sumiço. O Bourbon continua em hiatus mas eu tou aqui.

That´s all folks

Rafael

24.5.06

Tua Caminhada

Tua caminhada ainda não terminou...
A realidade te acolhe
Dizendo que pela frente,
o horizonte da vida necessita de tuas palavras...
E do teu silêncio.
Se amanhã sentires saudades,
lembra-te da fantasia
e sonha com tua próxima vitória.
Vitória que todas as armas do mundo jamais conseguirão obter
Porque é uma vitória que surge da paz e não do ressentimento.
É certo que irás encontrar situações tempestuosas novamente,
mas haverá de ver sempre o lado bom da chuva que cai,
e não a faceta do raio que destrói.
Tu és jovem.
Atender a quem te chama é belo.
Lutar por quem te rejeita é quase chegar a perfeição.
A juventude precisa de sonhos e se nutrir de lembranças
Assim como o leito dos rios precisa da água que rola
e o coração necessita de afeto.
Não faças do amanhã o sinônimo de nunca,
nem que o ontem te seja o mesmo que nunca mais.
Teus passos ficarão.
Olhes para trás...mas vá em frente
Pois há muitos que precisam que chegues
Para poderem seguir-te.

- Charles Chaplin –

Carol

Ps: Minha vitória. Nossa vitória.

Apertem os cintos, o piloto sumiu!

Ah, a displicência!
A vida anda turbulenta, tem acontecido coisas demais. Pessoas demais, trabalho demais e uma MONOGRAFIA prá ocupar o pouco tempo que eu tenho fora do trabalho/faculdade. Acabo deixando prá trás algumas coisas que parecem bobagem mas são importantes, como isso aqui. E falando disso aqui eu não me refiro só ao BB mas também um monte de gente que, de um jeito ou de outro, acabei criando laços. Logo eu que achava esse mundo virtual tão ridículo e insosso.
Mas eu volto, acreditem eu volto. Com um template novo (eu ando apanhando do html -linguagem tão simples - mas o template sai) e alguma outra bobagem de novidade.

Valeu pela paciência.

Rafael

18.5.06

Teste

Reformulando o Bourbon.

Aguarde e confie!

Rafael

14.5.06

A hora do Angelus

Vai Ângela Moraes Guadagnin, dança agora pelas ruas da tua São Paulo. Belo Estado que te elegeu. Dança e comemora a impunidade exatamente como você fez no Conselho de Ética. Dança pelas ruas do ABC, Diadema, desça as avenidas da capital. Nesta hora, São Paulo pede teu ritmo, tua leveza para animar os funerais dos representantes da lei. Vai, baluarte da impunidade. Vai, porque impunidade não é só colocar a mão no dinheiro do povo e sair ileso. Vai e descobre a extensão da lesão moral que causaram no Estado. No Estado Brasil. No Estado democrático de direito. No Estado tetraplégico que assiste a transformação da sua Constituição num livro de ficção científica.

Brasileiros. Povo pacífico. Povo que vive de abrir mão. Abrir mão do direito à saúde. Abrir mão do direito à educação. Abrir mão do direito ao trabalho digno. E por que não, abrir mão do direito de ir e vir. Povo que quer apenas o direito de permanecer vivo. Povo que esconde o celular dentro da calça pra não ser roubado. Povo que não sai após as 18 horas. Povo que estuda de madrugada para passar em concurso público. Povo que morre executando o serviço público. De segurança pública. Gente honesta. Gente que pagava imposto. Gente que acordava cedo. Gente que ajudava a construir um país mais digno. Gente que se transformou num número. Mais um número na coleção da impunidade.

Somos reféns. Reféns do crime. Reféns da incompetência do Estado. Reféns de demagogos que insistem em repetir chavões sociológicos sem nenhuma ação concreta a respeito. Somos reféns do jargão “país do futuro” quando sequer sabemos administrar nosso presente. Somos reféns da parcela hipócrita da sociedade que clama pelos direitos humanos daqueles que não tem nenhum respeito pelo ser humano. Somos reféns dos nossos condomínios, nossas grades, nosso medo.

Não, senhor presidente. O Brasil não é uma criança que começou a engatinhar. O Brasil é tetraplégico. E é melhor providenciar uma sonda para alimentá-lo, se quiser mantê-lo vivo.

Quanto à minha Constituição, pode ficar com ela, Primeiro Comando da Capital. Eu nunca gostei de leitura insossa.

Carol

Ps: Não ia publicar esse texto, mesmo porquê não faz a minha linha a escrita de cunho político. E, ultimamente, este texto não tem combinado muito com o teor do BB. Mas, anyway...

We'll always have Paris

Voltei clássica, calma. Ato típico de quem se encontra no meio da guerra. Essa estranha alienação.

Não fiz nada. Coloquei as minhas fofocas em dia comigo. Inócuo dizer que deu errado.

Aluguei Casablanca. Todo mundo deveria assistir Casablanca. Ao lado de "Antes do amanhecer" e "Antes do pôr-do-sol" forma a trilogia perfeita dos únicos filmes em que Hollywood realmente conseguiu falar de amor como a gente conhece.

Fiquei embasbacada ao som de "As time goes by"... feito semelhante apenas Al Pacino conseguiu ao dançar "Por una cabeza" em Perfume de Mulher.

Pensei que as frases de Rick, eu mesma poderia ter falado "Não te desprezo... Te desprezaria se pensasse em você..." ou "O que eu fiz ontem à noite? Já faz tanto tempo que não me lembro... O que irei fazer esta noite? Não faço planos com tanta antecedência".

Esse maio que me deixa retrô. Que me faz ser um pouco Ilsa. Aquela que mira no coração. A parte menos vulnerável de quem já foi magoado.

Um filme de amor sem romance. Tal como a vida é de vez em quando.

E eu sei que afinal... Here's looking at you, kid.

Carol

ps: Qualquer um fica romântico ao ver Casablanca

11.5.06

Só duas coisas -edit

A+

Meu irmão com um gesto tão simples e bonito fez qualquer presente ficar pequeno. E eu, sempre tão durão, tive vontade de chorar. Muitas vezes as coisas mais pequenas são as que realmente importam e a certeza de amar tanto alguém, apesar de todos os defeitos e todos os problemas que só quem viu aquela criatura nascer, há exatamente 18 anos atrás (lê-se 11 de março de 1988), conhece. Amar essa pessoa mais que si próprio, mais que a vida, mais que qualquer coisa. E que a consciência plena disso é algo que te sufoca e liberta, numa equação confusa e, ainda assim, lógica.

Ciro

Ciro Gomes foi o palestrante principal de ontem no COBRAD, lá na faculdade. Um sujeito inteligente, surpreendentemente simpático e que odeia o FHC tanto quanto eu. E ainda assim me deixa com uma desconfiança impressionante. Vai entender.
Ah, ele tem orkut.

Rafael